segunda-feira, 31 de março de 2008
domingo, 23 de março de 2008
She seemed dressed in all of me
stretched across my shame
All the torment and the pain
Leaked through and covered me
I'd do anything to have her to myself
Just to have her for myself
Now I don't know what to do,
I don't know what to do
When she makes me sad
She is everything to me
The unrequited dream
A song that no one sings
The unattainable
She's a myth that I have to believe in
All I need to make it real is one more reason
I don't know what to do,
I don't know what to dowhen
she makes me sad.
But I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
A catch in my throat
Choke,
Torn into pieces
I won't, no
I don't want to be this
But I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build up
inside of me
She isn't real
I can't make her real
She isn't real
I can't make her real
Dança,bailarina,dança... Põe nos teus passos toda a harmonia
E toda a poesia nas pontas de teus pés
Em gestos nobres,faze surgir a fé!!!
Gira,bailarina,gira...
Vai girando e semeando amor,
Mais depressa que as voltas do mundo,
Pra que haja tempo de matar a dor!
Baila,bailarina,baila...
Traze contigo a primavera
Pra florir os campos,florescendo a Terra,
Numa explosão de cores que tua dança encerra.
Faze de tua arte uma suave prece
Capaz de enternecer os corações de pedra
Faze tua música soar tão alto
Calando assim os estopins da guerra!!!
Mostra ao Homem que o teu bailado
Expressa a vida nesse simples ato...
Onde o amor é tudo,onde o amor é nato.
Que em teus saltos ponhas tua garra
Seguindo sempre a luz de teu clarão,
Quebrando muros para unir os povos
Numuniverso único,onde se dêem as mãos.
Abre tua alma, no explendor da dança...
Não desistas nunca e verás,enfim,
Bailar no campo,doce e cálida esperança,
Em meio às flores de um lindo jardim...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Tem alguem ai?

Antes era só alegria, o mundo não mordia.A vida era doce, nem ardia!Mas aí um dia, ou quem sabe dois ou três, eu... só queria superara timidez...Eu queria fazer parte de alguma coisa.Se crescer já é difícil, crescer sozinho é mais.A gente tem que dar um jeito de gostar de alguma coisa.A gente tem que dar um jeito... de ficar satisfeito!Mas o tempo passa, e se a vida é sem graça, a gente disfarça, namesa do jantar.Pra depois tentar desabafar numa conversa, mas ninguém seinteressa, na mesa do bar!Ninguém tá escutando o que eu quero dizer!Ninguém tá me dizendo o que eu quero escutar!Ninguém tá explicando o que eu quero entender!Ninguém tá entendendo o que eu quero explicar!Conversa vazia, cabeça vazia de prazer, cheia de dúvida e devontade de fazer qualquer loucura que pareça aventura.Qualquer experiência que altere o estado de consciência.E que te dê a sensação de que você não tá perdido.Que alguém te dá ouvidos. Que a vida faz sentido!Chega! Não, eu quero mais!Bebe, fuma, cheira, tanto faz.Droga é aquela substância responsável por tornar a sua vidaaparentemente mais suportável.Confortável ilusão: parece liberdade e na verdade é uma prisão.RefrãoNinguém prepara o jovem, nem os pais nem a TV, pra botar o pé naestrada e não se perder.Ninguém prepara o jovem pra saber o que fazer quando bater naporta e ninguém atender.Ninguém me dá a chave pra abrir a porta certa, mas a porta erradaeu encontro sempre aberta! Entrar numa roubada é mais fácil que sair.Tem alguém aí? (...)Tem alguém aí ou saiu pra viajar?Tem alguém aí ou saiu pra passear?Você tá viajando?Quando é que você volta?Onde você quer chegar?RefrãoEu sei que depende, mas se você depende da droga ela é a falsarebeldia que te ajuda se enganar - a mentira que vicia - porqueparece bem melhor do que a verdade do outro dia.Falsa fantasia é a droga, que parece mais real do que esse mundode hipocrisia que te afoga! A droga é só mais uma ferramenta do sistema, que te envenena e tecondena.Overdose de veneno só te deixa pequeno!Muito álcool, muito crack, muita coca!A vida de sufoca!E vai batendo a onda a onda bate a onda soca!A onda bate forte!Apressando a morte feito um trem.Você sabe que ele vem, mas se amarra bem no trilho, suicida!A doença tem cura pra quem procura.Pra quem sabe olhar pra trás nenhuma rua é sem saída.
Dança contemporânea

Dança contemporânea é o nome dado para uma determinada forma de dança de concerto do século XX.
Mais que uma técnica específica a dança contemporânea é uma coleção de sistemas e métodos desenvolvidos da dança moderna e pós-moderna. O desenvolvimento da dança contemporânea foi paralelo, mas separadamente do desenvolvimento da New Dance na Inglaterra. Distinções podem ser feitas entre a dança contemporânea Americana, Canadense e Européia
Mais que uma técnica específica a dança contemporânea é uma coleção de sistemas e métodos desenvolvidos da dança moderna e pós-moderna. O desenvolvimento da dança contemporânea foi paralelo, mas separadamente do desenvolvimento da New Dance na Inglaterra. Distinções podem ser feitas entre a dança contemporânea Americana, Canadense e Européia
Características
Enquanto a dança moderna modificou drasticamente as "posições-base" do balé clássico, além de tirar as sapatilhas das dançarinas e parar de controlar seu peso e mantém, no entanto, a estrutura do balé, fazendo uso de diagonais e, digamos assim, dança conjunta, a dança contemporânea busca uma ruptura total com o balé, chegando, às vezes, até mesmo a deixar de lado a estética: o que importa é a transmissão de sentimentos, idéias, conceitos. Solos de improvisação são bastante freqüentes.
A composição de uma trilha para um espetáculo de dança contemporânea implica em diversos outros fatores além da própria composição musical.
A dança contemporânea não possui uma técnica única estabelecida, todos os tipos de pessoas podem praticá-la.
A composição de uma trilha para um espetáculo de dança contemporânea implica em diversos outros fatores além da própria composição musical.
A dança contemporânea não possui uma técnica única estabelecida, todos os tipos de pessoas podem praticá-la.
História
Com raízes na dança moderna de Martha Graham, a dança contemporânea surgiu na década de 60 como uma forma de protesto ou rompimento com a cultura clássica. Alguns dos expoentes do seu início são Merce Cunningham, Twyla Tarp, Débora Hay, Meredith Monk e Trisha Brown. No Brasil, um dos destaques da década atual é a bailarina e coreógrafa Ana Andréa, do Rio de Janeiro.
Depois de um período de intensas inovações e experimentações que muitas vezes beiravam a total desconstrução da arte finalmente - na década de 1980 - a dança contemporânea começou a se definir desenvolvendo uma linguagem própria embora algumas vezes faça referência ao balet clássico.
Durante a década de 1990 a dança contemporânea alcançou a maturidade e atualmente há diversas companhias, como o Grupo Corpo, 1º Ato, Quasar Cia de Dança, e circuitos mundiais de dança contemporânea como o Ciudades que Danzan.
Depois de um período de intensas inovações e experimentações que muitas vezes beiravam a total desconstrução da arte finalmente - na década de 1980 - a dança contemporânea começou a se definir desenvolvendo uma linguagem própria embora algumas vezes faça referência ao balet clássico.
Durante a década de 1990 a dança contemporânea alcançou a maturidade e atualmente há diversas companhias, como o Grupo Corpo, 1º Ato, Quasar Cia de Dança, e circuitos mundiais de dança contemporânea como o Ciudades que Danzan.
A historia da dança
Dançar é definido como uma manifestação instintiva do ser humano. Antes de polir a pedra e construir abrigos, os homens já se movimentavam ritmicamente para se aquecer e comunicar.. Considerado a mais antiga das artes, a dança é também a única que dispensa materiais e ferramentas. Ela só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir sua função enquanto instrumento de afirmação dos sentimentos e experiências subjetivas do homem. Segundo certas correntes da antropologia, as primeiras danças humanas eram individuais e se relacionavam à conquista amorosa. As danças coletivas também aparecem na origem da civilização e sua função associava-se à adoração das forças superiores ou dos espíritos para obter êxito em expedições guerreiras ou de caça ou ainda para solicitar bom tempo e chuva. O desenvolvimento da sensibilidade artística determinou a configuração da dança como manifestação estética. No antigo Egito, 20 séculos antes da era cristã, já se realizavam as chamadas danças astroteológicas em homenagem ao deus Osíris. O caráter religioso foi comum às danças clássicas dos povos asiáticos. Na Grécia clássica, a dança era freqüentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos. Com o Renascimento, a dança teatral, virtualmente extinta em séculos anteriores, reapareceu com força nos cenários cortesãos e palacianos. Uma das danças cortesãs de execução mais complexa foi o minueto, depois foi a valsa, considerada dança cortesã por excelência, e com ela se iniciou a passagem da dança em grupo ao baile de pares. A configuração de um gênero de dança circunscrito ao âmbito teatral determinou o estabelecimento de uma disciplina artística que, em primeira instância, ocasionou o desenvolvimento do ballét e, mais tarde, criou um universo dentro do qual se deu desenvolveram gêneros como os executados no music – hall, como o sapateado e o swing. A divulgação da dança se deu também fora do mundo do espetáculo, principalmente nas tradições populares. Dança, em sentido geral, é a arte de mover o corpo segundo uma certa relação entre tempo e espaço, estabelecida graças a um ritmo e a uma composição coreográfica.
A origem da dança
"Quando eu nasci / eu já dançava", escreveu Mario de Andrade num de seus poemas. E o mesmo verso poderia valer para toda a espécie humana: o homem vem dançando desde que apareceu e se organizou socialmente, há mais de 10 mil anos; a dança é a arte mais antiga que se conhece. Dela surgiram as representações teatrais, as formas de entretenimento coletivo. Mas o homem não começou a dançar e não cultivou a dança apenas para divertir-se. Ao contrário, a dança era uma atividade muito séria, uma cerimônia grupal de sentido mágico-religioso, um rito que permitia entender-se com as forças sobrenaturais, ou uma espécie de ensaio geral simbólico para a guerra. E não se tem notícia de povo algum, por mais primitivo que fosse, que não soubesse dançar. Mas a vida muda e a dança também: passou o tempo em que se dançava para homenagear os espíritos; veio o tempo de dançar para exprimir alegria, novos rítmos apareceram à medida que se criavam novos instrumentos musicais; a dança por fim tornou-se puro divertimento, uma agradável maneira de conviver com o próximo. Em Tóquio, Nova York, Paris e Rio de Janeiro dança-se conforme a mesma música - geralmente de inspiração norte-americana, do fox aos blues, do charleston ao rock, ao twist e a todas as modalidades surgidas com o iê-iê-iê. Mas também se dança o tango, o bolero, a rumba, o mambo, o cha-cha-cha - criações latino-americanas. E o nosso samba, bossa-velha ou bossa-nova, não fica de fora nesse baile internacional, da "baiana" Carmen Miranda à "Garota de Ipanema". O que se conclui é que a dança nunca desaparece: muda de nome, sofre acréscimos, assume novos sentidos culturais e continua viva. As danças evocativas isoladas deram lugar às danças de participação geral, de colaboração instintiva. Não se dança antes de ir para a guerra, mas se dança na boa paz da alegria. As pares ou individualmente, a dança traduz sempre um forte sentido de integração das pessoas num grupo: o ritmo que experimentam é o mesmo, mesma é a sensação que vivem.
Origem e descendência dos Ritmos
BOLERO - Origem africana - descendência Cubana.
MERENGUE - Origem e descendência Caribenha.
MAMBO - Origem Africana - descendência Cubana.
RUMBA - Origem indígena - descendência Porto-Riquenha com desenvolvimento em Cuba.
SALSA - Origem e descendência Caribenha.
AXÉ-MUSIC - Origem na capoeira - descendência Baiana.
SAMBA - Origem indígena, influência Afro-Indígena - descendência Brasileira.
PAGODE - Origem no samba - descendência Brasileira com desenvolvimento em São Paulo.
SAMBA-GAFIEIRA - Origem no samba - descendência Brasileira com desenvolvimento no Rio de Janeiro.
FOX-TROT - Origem no Swing - descendência Americana.
ROCK'IN ROLL - Origem no Twist - descendência e desenvolvimento Americano.
SWING - Origem e descendência Americana.
HUSTLE - Origem no swing com influência da discoteca.
PASO-DOBLE - Origem Flamenca com desenvolvimento e descendência Espanhola.
FORRÓ - Origem nordestina - descendência do xote e baião.
LAMBADA - Origem Zook com desenvolvimento no Brasil.
ZOOK - Origem Francesa com desenvolvimento na Europa e no Brasil.
COUNTRY - Origem e desenvolvimento nos EUA - descendência folclórica.
TANGO - Origem Espanhola com descendência e desenvolvimento Argentino.
CHA-CHA-CHA - Origem Latina - descendência Cubana.
VALSA - Origem Européia com descendência Vienense e desenvolvimento no mundo inteiro, influência no reinado de Luis XV.
XOTE - Origem indígena com descendência e desenvolvimento nordestino.
VANERÃO - Origem Alemã com desenvolvimento no Rio Grande do Sul.
CHORINHO - Origem de rítmos musicais populares no Brasil até ser desenvolvido para a dança.
MILONGA - Origem no Tango com desenvolvimento Argentino.
Origem e descendência dos Ritmos
BOLERO - Origem africana - descendência Cubana.
MERENGUE - Origem e descendência Caribenha.
MAMBO - Origem Africana - descendência Cubana.
RUMBA - Origem indígena - descendência Porto-Riquenha com desenvolvimento em Cuba.
SALSA - Origem e descendência Caribenha.
AXÉ-MUSIC - Origem na capoeira - descendência Baiana.
SAMBA - Origem indígena, influência Afro-Indígena - descendência Brasileira.
PAGODE - Origem no samba - descendência Brasileira com desenvolvimento em São Paulo.
SAMBA-GAFIEIRA - Origem no samba - descendência Brasileira com desenvolvimento no Rio de Janeiro.
FOX-TROT - Origem no Swing - descendência Americana.
ROCK'IN ROLL - Origem no Twist - descendência e desenvolvimento Americano.
SWING - Origem e descendência Americana.
HUSTLE - Origem no swing com influência da discoteca.
PASO-DOBLE - Origem Flamenca com desenvolvimento e descendência Espanhola.
FORRÓ - Origem nordestina - descendência do xote e baião.
LAMBADA - Origem Zook com desenvolvimento no Brasil.
ZOOK - Origem Francesa com desenvolvimento na Europa e no Brasil.
COUNTRY - Origem e desenvolvimento nos EUA - descendência folclórica.
TANGO - Origem Espanhola com descendência e desenvolvimento Argentino.
CHA-CHA-CHA - Origem Latina - descendência Cubana.
VALSA - Origem Européia com descendência Vienense e desenvolvimento no mundo inteiro, influência no reinado de Luis XV.
XOTE - Origem indígena com descendência e desenvolvimento nordestino.
VANERÃO - Origem Alemã com desenvolvimento no Rio Grande do Sul.
CHORINHO - Origem de rítmos musicais populares no Brasil até ser desenvolvido para a dança.
MILONGA - Origem no Tango com desenvolvimento Argentino.
A origem do teatro

A palavra teatro significa um gênero de arte e também uma casa ou edifício, em que são representados vários tipos de espetáculos. Elas provém da forma grega THEATRON, derivado do verbo “ver” (theaomai) e do substantivo “vista” (thea) no sentido de panorama. Do grego, passou para o latim com a forma de theatrum e, através do latim, para outras línguas, inclusive a nossa. Mas o teatro não é uma invenção grega, espalhada pelo resto do mundo. É uma manifestação critica presente na cultura de muitos povos e se desenvolveu espontaneamente em diferentes latitudes, ainda que, na maioria dos casos, por imitação. Antes mesmo do (folclore) florescimento do teatro grego da antiguidade, a civilização egípcia tinha nas representações dramáticas uma das expressões de suas culturas. Essas representações tiveram origem religiosa, sendo destinadas a exaltar as principais divindades da mitologia egípcia, principalmente Osíris e Íris. Três mil e duzentos anos antes de cristo já existiam tais representações teatrais. E foi do Egito que elas passaram para a Grécia, onde o teatro teve um florescimento admirável, graças à genialidade dos dramaturgos gregos. Para o mundo ocidental a Grécia é considerada o berço do teatro, ainda que a precedência seja do Egito. Mas no continente asiático o teatro também existia, com outras características, que ainda hoje o singularizam. Na China, por exemplo, o teatro foi estabelecido durante a dinastia maia, que se prolongam do ano 2205 ao ano de 1766 antes da era cristã. Portanto, o teatro chinês é o segundo, cronologicamente, antes mesmo do teatro grego. Como no Egito, surgiu também com características rituais. Mas, além das celebrações de caráter religioso, passaram também a ser evocados os êxitos militares e outros acontecimentos. assim, as procissões e danças foram cedendo lugar à forma dramática. A Índia começou a desenvolver seu teatro cinco séculos antes da era cristã, depois do aparecimento de seis poemas épicos Mahabharata e Ranayana, que são as grandes fontes de inspiração dos primeiros dramaturgos indianos. Países tão distantes como a Coréia e o Japão, mesmo sem contatos com o mundo ocidental, desenvolveram ao seu modo formas próprias de teatro-a coréia ainda antes da era cristã e o Japão durante a idade média (o primeiro dramaturgo japonês, o sacerdote Kwanamy Kiyotsugu, viveu entre os anos de 1333 o 1384 da era cristã).
O teatro Grego
No mundo ocidental, a influência do teatro grego foi avassaladora e se prolonga até os nossos dias, através da sobrevivência de muitas de suas criações, trágicas e cômicas. O florescimento do teatro grego recebeu grande de impulso quando um autor e ator chamado Thespis começou a percorrer as cidades com um carro que fazia as vezes de palco, ao redor do qual os espectadores se reuniam. Thespis rompeu com a tradição das declamações em coro, apresentando-se em papéis destacados, como protagonistas, isto é, como principal(pronto) ator(agonista). Para animar o teatro, concursos de tragédia foram instituídas pelo ditador Pisístrato, general vitorioso que se apoderou do governo de Atenas, e Thespis foi o vencedor do primeiro desses concursos, no ano de 534 antes de cristo.O carro de Thespis não tardou a ser substituído por teatros construídos ao ar livre, com capacidade para centenas de pessoas, acomodadas em assentos dispostos em semicírculos que iam se elevando à medida que se distanciavam da plataforma, ou palco, onde os atores declamava. As ruínas de alguns desses testemunham, nos nossos dias, o interesse do mundo antigo pelas representações teatrais, a principal forma de diversão popular então existente.
A tragédia Clássica
As características da tragédia eram, a linguagem elevada, a luta dos seres humanos contra a fatalidade, ou destinos adversos, a virtude, e nobreza dos sentimentos, o estoicismo em face da morte, do luto, dos sacrifícios de vida. A finalidade da tragédia era emocionar, comover, provocar lágrimas, fazer com que o espectador se identificasse com o herói, ou protagonista, e com a causa por ele sustentada, enobrecendo-se ou purificando-se. O mais antigo dos autores trágicos gregos cujas obras é Ésquilo, que viveu entre os anos 525 e 456 antes da nossa era. Por várias vezes ele concorreu aos concursos de tragédia de Atenas mas só veio a obter o primeiro prêmio no ano de 467 antes de cristo, com sete contra Tebas. Depois conquistou por mais doze vezes.
Das setenta a noventa peças que escreveu, apenas essa e poucas outras foram preservadas. Entre elas AS SUPLICANTES, OSTERSAS, a trilogia da Orestíade(contendo Agamenon, Céforas e Eumênides) e Prometeu acorrentado.
Contemporâneo de Ésquilo e 20 anos mais novo do que esta, Sófocles foi outro competidor dos concursos de tragédias em que triunfou nada menos de dezenove vezes, sendo em várias outras ocasiões o detentor do segundo lugar. De suas numerosas peças como: Antígena, Édipo, Electra, As mulheres de tráquinis etc. Eurípides, contemporâneo de Sófocles, nascido no ano 480 antes de cristo, completa a grande trindade de tragédia grega. De suas oitentas e tantas obras, sobreviveu entre outras as tragédias Andrômaca, Écuba, As troianas, Ifigênia, em Táurida, e Nipólito. Foi um verdadeiro reformador da tragédia, tornando o coro independente da ação, comentando-a, mas não participando dela. Era mais patético, mais preocupados com analises psicológicas dos personagens, razão pela qual é mais moderno e está mais perto da nossa sensibilidade de que Ésquilo e Sófocles.
A comédia clássica
Já existiam algumas peças de caráter satírico, de autores trágicos, quando surgiu na Grécia o poeta cômico Aristófanes, considerado o pai da comédia clássica. enquanto a tragédia exaltava as virtudes e os sentimentos nobres, a comédia satirizava excessos, e dissipação. A falsidade, o embuste, os sentimentos mesquinhos. E, sendo o avesso da tragédia, não pretendia comover, mas fazer rir. Não foi outras coisas que Aristófanes pretendeu e conseguiu com As Vespas, As rãs, As nuvens, As mulheres no parlamento, Lisístrata e outras obras de comédia grega foi importantíssima, contribuindo notavelmente para a população do teatro e levando os gregos a identificar seus próprios defeitos e a rir deles. Aristófanes viveu, ao que se presume, entre os anos 450 e 380 antes de nossa era. seu sucessor imediato foi Nenandro, que se presume ter vivido entre os anos 342 e 291 antes de cristo, mas nenhuma de suas obras sobreviveu na forma original. Dele existem apenas as adaptações latinas e algumas de suas comédias pelos autores romanos Plauto e Teréncio. Nada sobreviveu de outros autores de comédia que sucederam, como Filémon, Défilas e Posídipo.
As características da tragédia eram, a linguagem elevada, a luta dos seres humanos contra a fatalidade, ou destinos adversos, a virtude, e nobreza dos sentimentos, o estoicismo em face da morte, do luto, dos sacrifícios de vida. A finalidade da tragédia era emocionar, comover, provocar lágrimas, fazer com que o espectador se identificasse com o herói, ou protagonista, e com a causa por ele sustentada, enobrecendo-se ou purificando-se. O mais antigo dos autores trágicos gregos cujas obras é Ésquilo, que viveu entre os anos 525 e 456 antes da nossa era. Por várias vezes ele concorreu aos concursos de tragédia de Atenas mas só veio a obter o primeiro prêmio no ano de 467 antes de cristo, com sete contra Tebas. Depois conquistou por mais doze vezes.
Das setenta a noventa peças que escreveu, apenas essa e poucas outras foram preservadas. Entre elas AS SUPLICANTES, OSTERSAS, a trilogia da Orestíade(contendo Agamenon, Céforas e Eumênides) e Prometeu acorrentado.
Contemporâneo de Ésquilo e 20 anos mais novo do que esta, Sófocles foi outro competidor dos concursos de tragédias em que triunfou nada menos de dezenove vezes, sendo em várias outras ocasiões o detentor do segundo lugar. De suas numerosas peças como: Antígena, Édipo, Electra, As mulheres de tráquinis etc. Eurípides, contemporâneo de Sófocles, nascido no ano 480 antes de cristo, completa a grande trindade de tragédia grega. De suas oitentas e tantas obras, sobreviveu entre outras as tragédias Andrômaca, Écuba, As troianas, Ifigênia, em Táurida, e Nipólito. Foi um verdadeiro reformador da tragédia, tornando o coro independente da ação, comentando-a, mas não participando dela. Era mais patético, mais preocupados com analises psicológicas dos personagens, razão pela qual é mais moderno e está mais perto da nossa sensibilidade de que Ésquilo e Sófocles.
A comédia clássica
Já existiam algumas peças de caráter satírico, de autores trágicos, quando surgiu na Grécia o poeta cômico Aristófanes, considerado o pai da comédia clássica. enquanto a tragédia exaltava as virtudes e os sentimentos nobres, a comédia satirizava excessos, e dissipação. A falsidade, o embuste, os sentimentos mesquinhos. E, sendo o avesso da tragédia, não pretendia comover, mas fazer rir. Não foi outras coisas que Aristófanes pretendeu e conseguiu com As Vespas, As rãs, As nuvens, As mulheres no parlamento, Lisístrata e outras obras de comédia grega foi importantíssima, contribuindo notavelmente para a população do teatro e levando os gregos a identificar seus próprios defeitos e a rir deles. Aristófanes viveu, ao que se presume, entre os anos 450 e 380 antes de nossa era. seu sucessor imediato foi Nenandro, que se presume ter vivido entre os anos 342 e 291 antes de cristo, mas nenhuma de suas obras sobreviveu na forma original. Dele existem apenas as adaptações latinas e algumas de suas comédias pelos autores romanos Plauto e Teréncio. Nada sobreviveu de outros autores de comédia que sucederam, como Filémon, Défilas e Posídipo.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Música das Morte - Cruz e Souza

A música da Morte, a nebulosa,
estranha, imensa música sombria,
passa a tremer pela minh'alma e fria gela,
fica a tremer, maravilhosa...
Onda nervosa e atroz, onda nervosa,
letes sinistro e torvo da agonia,
recresce a lancinante sinfonia
sobe, numa volúpia dolorosa...
Sobe, recresce, tumultuando e amarga,
tremenda, absurda, imponderada e larga,
de pavores e trevas alucina...
E alucinando e em trevas delirando,
como um ópio letal, vertiginando,
os meus nervos, letárgica, fascina...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Por que a gente é assim?
Mais uma dose?
É claro que eu estou a fim
A noite nunca tem fim
Por que que a gente é assim?
Agora fica comigo
E vê se não desgruda de mim
Vê se ao menos me engole
Mas não me mastiga assim
Canibais de nós mesmos
Antes que a terra nos coma
Cem gramas, sem dramas
Por que que a gente é assim?
Mais uma dose?
É claro que eu tô a fim
A noite nunca tem fim Baby,
por que a gente é assim?
Você tem exatamente
Três mil horas pra parar de me beijar
Hum, meu bem, você tem tudo
Pra me conquistar
Você tem exatamente
Um segundo pra aprender a me amar
Você tem a vida inteira
Pra me devorar
Pra me devorar!
Mais uma dose?
É claro que eu estou a fim
A noite nunca tem fim
Por que que a gente é assim?
I am loco - ill nino

A vida está pesando sobre mim, matando-me por dentro.
Algo que eu nunca poderia ser me guiará ao novo
Luz
Frustrado
Sedado
Eu rezei por mim
Deus por favor
Não tire de mim
A única coisa
Que eu aprendi a acreditar
Eu estou me transformando no monstro
Você prometeu mantê-lo longe
Agora eu o sinto vivendo em mim!!!
Em todo o caso, eu nunca poderia ser.
O que você pensa que é certo para mim
São as coisas que eu não acreditarei
Eu quero começar uma vida nova
Eu sinto-me como uma faca afiada
Olho minha própria vida
Mato coisas que eu não gosto em mim
Mas às vezes me sinto bem
E acho que sou original
Você tenta sempre criticar
Eu “viro as costas” pra isso de qualquer maneira
Sucker¹! Punk-ass² Filho da puta !
Eu sou louco!
Te falta pouco
Pra você dar o cu!
Só me mate - eu não posso respirar
Eu estou guiando meus direitos até o fim
Eu não posso aprender - volte aos termos
Com a doença que me faz colidir e queimar
Estou chorando, sinto como se estivesse morrendo, mas estou tentando.
Eu imploro para que eu ponha orgulho sobre a prateleira
A vida não é para sempre
Mas se a vida permanecerá junta
Eu teria um amigo em minha depressão, teria um fim.
Mas eu tenho pensado
E pensar sempre me trás problemas
Mas desde que eu tive uma dupla personalidade não é a mim que você vê
Agora eu sou um refúgio
E tudo dentro de mim é só uma parte de minha
Doença!!!
Mate-me - eu não posso respirar
Eu estou guiando meu próprio direito para o fim
Eu não posso aprender - volte aos termos
Com a doença que me faz colidir e queimadura.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Metal Contra as Nuvens

Não sou escravo de ninguém
Ninguém é senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.
Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.
Sou metal, raio, relâmpago e trovãoSou metal,
eu sou o ouro em seu brasãoSou metal, me sabe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha
E sempre será minha terraTem a lua, tem estrelas e sempre terá.
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão...
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar
- Tudo passa, tudo passará...
E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe para trásApenas começamos.
O mundo começa agoraApenas começamos.
Alma Solitária

Ó alma doce e triste e palpitante! Que cítaras soluçam solitárias Pelas Regiões longínquas, visionárias Do teu Sonho secreto e fascinante!Quantas zonas de luz purificante, Quantos silêncios, quantas sombras várias De esferas imortais imaginárias Falam contigo, ó Alma cativante!Que chama acende os teus faróis noturnos E veste os teus mistériosa taciturnos Dos esplendores do arco de aliança?Por que és assim, melancolicamente, Como um arcanjo infante, adolescente, Esquecido nos vales da Esperança?!
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